Deputado Federal João CamposPSDB Goiás |
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06 de setembro de 2010
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Bancada Evangélica emperra projetos de gays no Congresso17/06/2009
Bancada evangélica emperra projetos de gays no Congresso ANA FLOR Grupos LGBT dizem que reivindicações do movimento foram "rifadas"; para senador Marcelo Crivella, deve-se "preservar o livre exercício do culto religioso" A recente tramitação no Congresso do projeto que criou o Ministério da Pesca escondeu uma batalha em que a Frente Parlamentar Evangélica se saiu vitoriosa -e rendeu críticas ao governo por parte de grupos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT). O descontentamento não se referia ao novo ministério. O texto também tratava das atribuições da Secretaria Especial de Direitos Humanos e descrevia, entre os grupos atendidos, a população LGBT. Previa ainda a criação de um Conselho LGBT no governo.
Segundo Míriam Martinho, da Rede Um Outro Olhar, o texto aprovado mantém os movimentos, que lutam por visibilidade, invisíveis. "Será uma comissão enrustida [o Conselho contra Discriminação]", disse. O estilista Carlos Tufvesson, integrante do Conselho dos Direitos LGBT do Rio de Janeiro, diz que o governo não tem interesse em priorizar a luta LGBT. "O governo, na sua atividade legislativa, não apoia os pleitos LGBT. Entram milhões de barganhas nas negociações." Já Luiz Mott, fundador do grupo Gay da Bahia, afirma que é um governo de "boas intenções e poucas ações". O responsável pelas políticas LGBT na Secretaria de Direitos Humanos, Eduardo Santarelo, reconhece que as expressões relativas ao grupo foram retiradas por pressão dos evangélicos. "Qualquer menção no projeto de lei que tivesse a questão LGBT e o combate à homofobia, eles cortaram. Teve-se que negociar para aprovar o projeto como um todo", disse ele. Homofobia Caso contrário, volta à Câmara, onde vai "dormir em berço esplêndido", como disse aos colegas a relatora do tema, senadora Fátima Cleide (PT-RO). Depois de mais de um ano de negociação, ela já fala em fazer substitutivos ao texto para tornar viável sua aprovação. Uma das principais objeções dos senadores ligados a igrejas é o artigo que pune discriminação a manifestações públicas de afeto. Outro ponto polêmico é a interpretação de que pastores não poderão mais condenar a homossexualidade em programas de rádio e televisão. O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) afirma que é a favor dos direitos de homossexuais, mas é preciso "preservar o livre exercício do culto religioso". |
Sub destaquesO que é riqueza e pobreza28/10/2008PL 1.441/07 tipificar a fraude em provas de concurso público, vestibular ou exame de certificação profissional28/06/2007Acrescenta o art. 176-A ao Decreto-Lei nº 2.848, de 7 dezembro de 1940 - Código Penal, para tipificar a fraude em provas de concurso público, vestibular ou exame de certificação profissional. A Cultura da Valorização27/02/2007O Tempo Novo deixa um legado de mudança de cultura na administração estadual. Nunca em qualquer época na história de Goiás um governo fez mais pela prestação de serviços públicos e pelo servidor, peça principal da engrenagem de atendimento digno aos cidadãos. Para sua Reflexão26/02/2007Não é engraçado como R$ 10,00 parece tanto quando o levamos à Igreja e tão pouco quando vamos ao Shopping? |
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